Sem anistia aos associados que deviam ao Paysandu, os cofres bicolores agradeceram a presença da concorrência, o que não permitiu mais uma aclamação do clube e provocou a corrida às urnas. “Não houve anistia. Quem queria votar pagou o que devia.
Novos cofres ganharam um fôlego”, garantiu Isomar Souza, presidente do Conselho Deliberativo. Mesmo assim, menos de 20% dos bicolores aptos a votar compareceram à Sede Social do Clube. Quem foi apostava em dias melhores para o clube, independente de quem saísse vencedor.
Diário do Pará.