07 dezembro 2012


Com um elenco formado majoritariamente por atletas jovens e alguns ainda pouco conhecidos em busca de um lugar ao sol, o Clube do Remo de 2013 tem gerado a expectativa de ser um time de raça e pegada. Para esses atletas, ainda cheios de ambição na carreira, defender um clube de massa é uma oportunidade impar. Assim é com o arqueiro rondoniense Dida que aos 25 anos vai ter sua primeira experiência profissional fora de seu estado.

Atleta profissional desde 2006, quando estreou no gol do Centro de Futebol Amazônia de Porto-Velho. Com destaque no futebol rondoniense recebeu um convite para trabalhar no Fortaleza no ano seguinte. “Passei um ano treinando e sendo preparado com as divisões de base do clube. Infelizmente não deu pra ficar” comenta o arqueiro. De volta à sua terra natal teve a oportunidade de disputar em duas ocasiões a Série D, uma defendendo o Gênus de Porto-Velho em 2009, ocasião em que enfrentou o São Raimundo e outra em 2012, pelo Vilhena, quando encontrou pela frente o Remo.

“Para mim, mesmo não conseguindo evitar a derrota da minha equipe, aquela partida contra o Remo foi a minha melhor atuação como goleiro, o ponto alto da minha carreira até aqui” comenta o arqueiro azulino. Na ocasião da partida entre Remo x Vilhena, o atual técnico azulino tinha a expectativa de enfrentar uma das equipes na fase seguinte da competição com o Sampaio Corrêa e veio pessoalmente a Belém assistir o jogo e reparou no futebol do arqueiro.

O arqueiro azulino disse estar ansioso pela estreia, afinal um detalhe pesa. Dida relembra que só jogou em estádios lotados com a torcida contra ele. “Quando enfrentamos o Remo pela Série D, olhar aquele estádio cheio dava uma motivação imensa. Se é bom contra, imagina a favor” diz o goleiro.

Dário do Pará