Os dois times, Águia e Leão, treinaram na terça (15) e quarta-feira (16), respectivamente, e sentiram uma diferença no gramado do estádio. “O gramado não está como sempre esteve, mas dá pra jogar futebol”, disse Samuel Cândido, treinador da Tuna.
Para a equipe azulina o gramado é uma preocupação para o dia da partida. “O gramado está horrível, muito irregular, se chover vai virar lama e fica muito pesado, a bola não rola. Essa situação pede muito mais esforço do jogador”, contou o meia Endy, do Clube do Remo.
De acordo com Raimundo Mesquita, engenheiro agrônomo responsável pelo gramado, o trabalho para melhorar o Mangueirão, já estava sendo feito. “Há duas semanas fizemos um processo de descompactação do solo, que nada mais é que furar o campo, para não haver acúmulo de água e ocorra a drenagem. Por isso as equipes sentiram buracos no campo”, revelou o engenheiro.
Mesquita contou ainda que precisou parar o trabalho para melhora do campo por conta dos treinos das duas equipes, mas que o gramado sofrerá reparos na manhã desta quinta-feira (17). “Vamos cortar o gramado e passar o rolo. Ainda vai acontecer a pintura do campo”, disse.
O gramado do Mangueirão tem 11 anos e o Governo do Estado do Pará, já prepara uma licitação para que ocorra essa troca do "tapete verde". Os dois últimos jogos oficias que ocorrem no local, foi a partida entre Paysandu e Salgueiro, pela Série C no dia 21 de outubro no ano passado e o Jogo das Estrelas no dia 19 de dezembro.
A situação do gramado piorou, devido as diversas partidas não oficiais, que aconteceram ainda no mês de dezembro.
Bruna Dias/DOL
