30 janeiro 2013

Seguindo exemplo do maior rival, Leão tem projeto para construir Centro de Treinamento. Cabeça também falou sobre comodato do 'Carrossel'

A construção de centros de treinamentos nos clubes representa uma evolução no futebol brasileiro. Clube do Remo e Paysandu se atentaram para essa realidade e buscam a construção dos seus CT’s. Após o maior rival ser favorecido com a doação de um terreno de cerca de 40 mil metros quadrados em Benfica, distrito de Benevides-PA, o Remo também corre atrás de um local para a construção do seu CT.
O presidente do Remo, Sérgio Cabeça, disse, em entrevista a Rádio O Liberal CBN, que existe uma opção de espaço que está em análise pela atual diretoria azulina. Segundo ele, faltam poucos detalhes para que a negociação seja concretizada.
- Existe, sim, essa possibilidade da construção do nosso Centro de Treinamento e ainda estamos alinhavando isso. Faltam somente alguns ajustes para que tudo seja concretizado. As negociações estão avançadas e acredito que a curto prazo estaremos iniciando os trabalhos, em conjunto com um grupo que está trabalhando em prol do Remo.
O local pretendido ficaria onde se encontra o terreno do Paysandu, em Benfica, medindo 75 mil metros quadrados. O objetivo dos mandatários azulinos é fechar a negociação da área até o mês de fevereiro. As obras para a construção do Centro de Treinamento azulino iniciariam no prazo máximo de 120 dias.
Comodato da área do "Carrossel"
A área do antigo “Carrossel’, que fica à frente do Estádio do Clube do Remo, na avenida Almirante Barroso, em Belém, pode ser cedida para uma empresa em contrato de comodato. Seria pago um valor de aluguel e o local seria restituído ao Leão em tempo pré-estabelecido. De acordo com Sérgio Cabeça, a proposta apresentada está sendo analisada.
- Isso, se acontecer, será uma parceria, comodato, haja vista que briguei tanto para que não se vendesse o Estádio Baenão e não é agora que eu, estando presidente, vou negociar um patrimônio do clube. Temos que agir com sabedoria para organizar o clube e preservar seu patrimônio, que hoje vale R$ 100 milhões. Tem que ser uma proposta boa para o empreendedor e para o Remo. Acredito que em breve estaremos aprovando esse investimento. (globoesporte.com)