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| Reis é o centro do problema envolvendo Remo e Santa Cruz (Foto: Divulgação / Ascom Santa Cruz) |
- A questão é simples. O Termo de Empréstimo é claro quando diz que o jogador, mesmo que emprestado, não pode atuar contra o clube cedente, sob pena de multa no valor de R$ 100 mil. O Remo, através do seu departamento jurídico, vai notificar o Santa Cruz para o pagamento desse valor. Caso eles não aceitem, vamos acionar a Justiça, pois foi infringida uma regra do contrato – explicou Magnata, afirmando, ainda, que o presidente do Remo, Sérgio Cabeça, já autorizou a notificação do Santa Cruz.
A reportagem do GLOBOESPORTE.COM entrou em contato com Zezinho Couto, diretor de futebol do Santa Cruz. Ele ficou surpreso com a informação de que existe a cláusula no empréstimo de Reis, porém disse que não assinou nenhum documento que continha esse tipo de ajuste contratual.
- Ninguém do Santa Cruz assinou documento algum de empréstimo do Reis. O que existiu foi um acordo verbal de que o Reis não enfrentaria o Remo, mas somente na partida do Primeiro Turno. Não reconhecemos esse contrato. Estamos tranquilos. Eles (Remo) vão ter que brigar para provar essa situação.
Ainda de acordo com Magnata, o Remo tem duas cópias do contrato, assinadas por Sérgio Cabeça, Reis e por Zezinho Couto. O empréstimo do meia junto ao Santa Cruz se estende até o dia 30 de junho.
Entenda o caso
No início do ano, Clube do Remo e Santa Cruz chegaram a um acordo envolvendo o meio-campista Reis e o atacante Leandro Cearense. O primeiro, que pertence ao Leão, vinha treinando no Santa Cruz há semanas e pretendia disputar o Parazão pelo Tigre do Salgado. Leandro Cearense passava pela mesma situação, porém invertida: foi anunciado pelo Remo em dezembro, mesmo sem ter conseguido a liberação do clube da Vila do Cuiarana, dona de seu passe. Os clubes se reuniram e oficializaram a troca entre os atletas.
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