Ambos voltaram, mas desta vez a missão deles vai ser trabalhar diretamente com o futebol e o objetivo deles não poderia ser diferente: repetir o feito de 2005. O atual momento do Remo não é tão diferente da época em que Levy e Tonhão assumiram o clube. Mas pelo menos naquela época o Leão tinha vaga garantida na terceirona. Hoje, nem na série D o Remo tem presença certa.
Para Tonhão, o atual momento em que o clube se encontra é semelhante a 2005. “Naquele tempo, pelo menos a gente tinha série. Hoje só estamos garantidos em uma competição, que é o Parazão”, critica Tonhão, fazendo uma alusão à atual administração remista.
Já o ex-presidente Raphael Levy torce para que o novo trabalho no departamento de futebol do clube dê certo. Aliado a Tonhão, Armando Bracalli (novo superintendente de futebol), Francisco Rosas, Sérgio Dias, Pedro Minowa, Paulo Mota e outros que possam contribuir, Levy espera, acima de tudo, que a união se faça presente dentro do clube. “O momento exige um trabalho em conjunto. Nós precisamos nos unir e trabalhar muito para tirar o Remo dessa situação”, explica Raphael.
Diário do Pará