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| (Foto: Reprodução/RBATV) |
A funcionária Maria de Nazaré dos Santos, 65 anos, dedicou grande parte da sua vida a cuidar do espaço que há muito tempo foi alugado para eventos festivos e hoje está esquecido. Porém, a sua principal indignação é o descaso em relação aos direitos trabalhistas e a falta de assistência que ela deve sofrer caso a negociação seja confirmada pela diretoria remista. "O que eu sinto é uma tristeza por gastar grande parte da minha vida a cuidar do Carrossel e agora não ter uma casa para morar. Nunca tirei férias e não assinaram a minha carteira de trabalho. Eu só quero um pouco de respeito. Eu quero uma casa de quarenta ou cinquenta mil. Isso para o Remo não é nada", afirma indignada.
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