21 janeiro 2011

Estádio recebe vistoria e não terá problemas para receber o aval para a disputa do campeonato paraense

Pelo segundo dia seguido a Curuzu recebeu representantes dos órgãos de segurança para a vistoria para que fosse liberado para ser usado no Campeonato Paraense. Um dia depois da PM, Ministério Público e Vigilância Sanitária, ontem foi a vez do Corpo de Bombeiros ir ao Leônidas Castro e dar o aval ao estádio.

Segundo o representante da corporação, Tenente-Coronel Daniel Rosas, havia uma expectativa de que o estádio estivesse em boas condições e ela foi confirmada. "Voltamos para verificar as pendências que ficaram. Não existe situação de risco e esperamos apenas alguns documentos. Fora isso, a Curuzu está apta a receber até 16,2 mil torcedores", disse. "Quanto à segurança a Curuzu está bastante adiantada dentro das limitações financeiras do clube", completou Rosas.

Diretor de segurança da Curuzu, Cláudio Santos salientou o trabalho feito desde 2010 e a liberação para a capacidade máxima do estádio. "Desde o ano passado o clube já vem investindo em segurança. Infelizmente por contratempos essa liberação ocorreu em cima da hora. Felizmente deu tudo certo e o estádio está liberado para 16,2 mil torcedores."

Advogados - Os advogados do Papão terão um final de mês movimentado na Justiça do Trabalho. Entre as audiências marcadas, a mais significativa, até pela soma em questão, é a do volante Sandro. Capitão do time e principal jogador do elenco bicolor. A audiência entre ele e Paysandu está marcada para o dia 28 deste mês e Sandro reclama na justiça mais de R$ 2 milhões, dívidas de sua primeira passagem pela Curuzu.

A segunda ação em valor é a do atacante Balão. Atualmente no Cametá, o jogador cansou de esperar os acordos serem cumpridos e pede R$ 492.351,23 na audiência do dia primeiro de fevereiro. Dez dias depois será a vez de Luís Henrique - zagueiro que passou pelo Paysandu em 2006. O não pagamento de meses de salários resultou numa ação de indenização de R$ 68.243,11. Por último, dia 22 de fevereiro, o ex-treinador de basquete João Carlos Montoril pleiteará a pedida de R$ 94.554,52.

Amazônia Jornal