18 julho 2011

Autônomo, independente e competente. São essas três características que Ricardo Ribeiro, médico do Clube do Remo, define o setor que trabalha há cinco anos. Juntamente com os médicos Jorge Silva, Gilberto Wanzeler e Henrique Custódia, montou o DM do Leão com recursos próprios. “Eu estou aqui há três gestões: Raimundo Ribeiro, Amaral Klautau e Sérgio Cabeça. Nossa paixão futebolística faz o departamento funcionar profissionalmente”, conta Ricardo Ribeiro.
Em uma tarde, o médico abriu as portas do Departamento Médico para a equipe do Bola. Lá, contou um pouco como funcionou o DM do Leão no primeiro semestre. “Desde a admissão de um novo jogador, é feita uma rigorosa avaliação na parte clínica e laboratorial e, quando há necessidade, ainda encaminhamos para exames complementares com colaboradores”, explica. Desfibriladores, equipamentos de primeiros socorros, medicamentos e polivitamínicos fazem parte do lugar. “Temos todo o suporte para darmos total assistência a um atleta”, garante.
Ricardo aproveitou a oportunidade para rebater as declarações do zagueiro Rafael Morisco, que afirmou a imprensa que jogou machucado. Segundo o médico, nos jogos que antecederam as semifinais, que viria a ser a última participação do Remo, oficialmente, em 2011, o atleta, de fato, se queixou de uma dor no púbis. Porém, ainda segundo o médico, não era nada grave e o jogador foi submetido a tratamento. “Após a nossa vitória no primeiro jogo contra o Independente, ele não se queixou de nada”, relembra. “Quando o treinador faz a relação de todos os jogadores que vão entrar em uma partida, vamos com um por um. Se constatarmos um problema, o jogador é afastado imediatamente. Nenhum jogador vai concentrar com lesão”. (Diário do Pará)