“A opção pelo Sérgio Cosme se ajustou como um todo no Paysandu, não só da forma financeira, mas para o tipo de trabalho que o clube quer para o ano que vem. O nome veio de consenso. Nos reunimos e discutimos junto com Ricardo Rezende, Toninho Assef e Isomar Sousa. Procuramos o Robgol no sábado (4), mas não conseguimos falar com ele. Não houve nada do que estão falando de falta de prestigio. A partir de agora o Paysandu tem uma nova política de modernização”, explicou.
Sobre Givanildo Oliveira, que era o favorito para ser técnico do clube, Pinheiro disse que pequenas questões atrapalharam a negociação. “Muita gente queria o Givanildo pelo histórico dele, mas não deu. Se tivéssemos contratado, talvez o Paysandu poderia ter que dar um salário adiantado. Mas como iríamos pagar, se tivemos cotas bloqueadas para pagamento da dívida com o ex-jogador Almir Lemos?”, indagou.
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