06 dezembro 2010

O presidente do Paysandu, Luis Omar Pinheiro, esclareceu algumas críticas que recebeu de parte da imprensa esportiva paraense de que teria deixado de lado a opinião do novo superintendente bicolor, o ex-jogador Robgol, na hora de fechar a contratação de Sérgio Cosme para dirigir o clube na temporada 2011. O mandatário acredita que o Papão está no caminho certo e com a pessoa certa para conseguir resultados no seu departamento de futebol para o próximo ano.

“A opção pelo Sérgio Cosme se ajustou como um todo no Paysandu, não só da forma financeira, mas para o tipo de trabalho que o clube quer para o ano que vem. O nome veio de consenso. Nos reunimos e discutimos junto com Ricardo Rezende, Toninho Assef e Isomar Sousa. Procuramos o Robgol no sábado (4), mas não conseguimos falar com ele. Não houve nada do que estão falando de falta de prestigio. A partir de agora o Paysandu tem uma nova política de modernização”, explicou.

Sobre Givanildo Oliveira, que era o favorito para ser técnico do clube, Pinheiro disse que pequenas questões atrapalharam a negociação. “Muita gente queria o Givanildo pelo histórico dele, mas não deu. Se tivéssemos contratado, talvez o Paysandu poderia ter que dar um salário adiantado. Mas como iríamos pagar, se tivemos cotas bloqueadas para pagamento da dívida com o ex-jogador Almir Lemos?”, indagou.

DOL