O torcedor pôde ter acesso ao estádio Evandro Alemida, o Baenão, depois que o último técnico do Remo, Giba Maniaes, impedia a entrada da torcida nos dias de treinamentos. O Fenômeno Azul também pode entrar na sua praça esportiva após todo o quiproquó relacionado à venda do Baenão. O retorno aos trabalhos marca o recomeço do futebol azulino, com atletas rodados como Marlon, Levy e Ramon, assim como jovens das divisões de base, casos de Reis e Jaime.
O operador de telemarketing, Paulo Maceió, de 35 anos, afirmou que não iria acompanhar o Remo depois da eliminação na Série D, mas voltou atrás após constatar que a nova diretoria do clube, que tem à frente o futuro presidente Sérgio Cabeça, inicia o trabalho de forma correta. “Parece que agora vão investir na base, sem ficar contratando muitos treinadores e jogadores. Parece que vêm poucos, mas bons”, analisa.
A torcida também viu o primeiro reforço do Remo para o próximo ano. Trata-se do zagueiro Diego Barros, que retorna ao futebol do Filho da Glória e do Triunfo. “Ele (Diego Barros) é um bom zagueiro, identificado com o Remo. Acredito nele quando diz que quer ver o Remo no lugar que realmente merece”, acredita o feirante Claudionor Mota, de 52 anos.
O superintendente de futebol Armando Bracalli avalia o novo momento do Remo. “Estamos entrando em um trabalho difícil, mas dentro da realidade financeira do Remo. Hoje existe um padrão de salário dentro de uma folha já definida. A partir disso, vamos tentando convencer os atletas a fazer parte desse novo projeto do Clube do Remo. Essa nova diretoria pretende voltar a dar alegrias, vitórias e título para a torcida”, falou.
DOL